Igrejas na China: o que está por trás das restrições religiosas?
A China restringe manifestações religiosas em espaços públicos e na internet desde 2018. O governo chinês proibiu a divulgação e a prática de religiões online e em locais públicos. Segundo as autoridades, a fé deve ser exercida apenas em casa ou em locais autorizados, como templos e igrejas registradas.O país permite diferentes crenças, desde que praticadas em espaços legalmente reconhecidos e livres de qualquer suspeita de corrupção. Líderes religiosos que atuam fora das regras estatais podem ser investigados, levados a julgamento e, em casos extremos, sofrer punições severas.
Demonstrações coletivas de fé em público são vistas pelo regime como desrespeito à diversidade religiosa e como um obstáculo ao desenvolvimento intelectual.
A medida faz parte da estratégia da China para se consolidar como a maior potência tecnológica do planeta.
Afinal, já são 5 mil anos de história.
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