As cervejas mais caras e populares do país, como Heineken, Stella Artois e Budweiser, estão entre as marcas mais falsificadas do Brasil, segundo investigações de polícias civis e reportagens recentes.
Os falsificadores compram garrafas e tampas originais, reutilizam embalagens descartadas e as enchem com cervejas mais baratas, muitas vezes produzidas em fábricas clandestinas e sem qualquer controle sanitário. O produto é então revendido em bares, distribuidoras e festas como se fosse original.
Em 2024 e 2025, operações em estados como São Paulo, Goiás e Bahia apreenderam milhares de litros de cerveja falsificada, além de rótulos, selos e equipamentos para envase. Especialistas alertam que, além do prejuízo financeiro às marcas e ao consumidor, há risco grave à saúde, já que algumas amostras apresentaram contaminação e até presença de metanol, substância tóxica que pode causar cegueira ou morte.
A orientação das autoridades é comprar bebidas apenas de revendedores confiáveis, observar lacres e rótulos, e desconfiar de preços muito abaixo do mercado.

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