đ„ RATINHO DIZ QUE “AMAZĂNAS Ă SĂ 1% DO PLANETA” E ANUNCIA CIDADANIA NO PARAGUAI — TĂ NA HORA DE SE APOSENTAR?
O apresentador Ratinho, de 69 anos, gerou polĂȘmica ao afirmar durante seu programa no SBT que “o Amazonas tem sĂł 1% de todo o globo terrestre… EntĂŁo, nĂŁo vai adiantar nada vocĂȘ preservar 1%”, em referĂȘncia Ă regiĂŁo amazĂŽnica e Ă preservação ambiental. Ele tambĂ©m negou a relação entre o tornado que atingiu a cidade de Rio Bonito do Iguaçu (PR) e o aquecimento global, dizendo que “essas coisas sempre tiveram”.
Ao mesmo tempo, Ratinho confirmou que se tornou residente permanente no Paraguai e obteve cidadania paraguaia, justificando que a medida Ă© para investimentos em terras no paĂs vizinho e nĂŁo para mudança definitiva de moradia.
Tais declaraçÔes levantam questionamentos sobre a responsabilidade de figuras pĂșblicas quanto ao discurso sobre meio ambiente e sobre a coerĂȘncia entre a permanĂȘncia de sua atuação pĂșblica no Brasil e sua nova condição internacional. Por um lado, crĂticos afirmam que a minimização da importĂąncia da AmazĂŽnia desconsidera dĂ©cadas de estudos que apontam o papel da floresta no clima global e na regulação hĂdrica da AmĂ©rica do Sul.
Por outro lado, hĂĄ entendimento de que os 69 anos de Ratinho e sua longa trajetĂłria no entretenimento podem sinalizar um momento de transição: se seu foco estĂĄ em negĂłcios agrĂcolas no Paraguai, talvez seja legĂtimo questionar se estĂĄ chegando o momento de reduzir sua exposição televisiva ou preparar sucessĂŁo.
Fica portanto o convite Ă reflexĂŁo: quando um apresentador com carreira consolidada expressa visĂ”es controversas e simultaneamente muda de status civil/empresarial para fora do paĂs, seria uma boa hora para considerar aposentadoria ou ao menos transição gradual com menos protagonismo?
Fica portanto o convite Ă reflexĂŁo: quando um apresentador com carreira consolidada expressa visĂ”es controversas e simultaneamente muda de status civil/empresarial para fora do paĂs, seria uma boa hora para considerar aposentadoria ou ao menos transição gradual com menos protagonismo?

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