Governadores bolsonaristas e da extrema direita não reduzem ICMS para ajudar caminhoneiros e motoristas durante guerra entre EUA, Israel e Irã.
Em meio à tensão internacional provocada pela escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã no Oriente Médio, o preço do petróleo voltou a subir no mercado global. Sempre que há risco de guerra ou bloqueio de rotas estratégicas de energia, como o Estreito de Hormuz, o impacto costuma chegar rapidamente aos combustíveis vendidos no Brasil, afetando caminhoneiros, motoristas de aplicativo e motoboys.
Mesmo com esse cenário de pressão internacional sobre os preços, nenhum governador alinhado ao bolsonarismo anunciou redução do ICMS estadual para aliviar o custo da gasolina e do diesel. Já o governo federal, liderado pelo presidente Lula, voltou a adotar medidas para reduzir tributos federais e tentar conter o impacto nas bombas.
Especialistas apontam que, em momentos de crise internacional no petróleo, ações coordenadas entre governo federal, estados e política energética são fundamentais para evitar aumentos ainda maiores no transporte e no custo de vida da população.
Mesmo com esse cenário de pressão internacional sobre os preços, nenhum governador alinhado ao bolsonarismo anunciou redução do ICMS estadual para aliviar o custo da gasolina e do diesel. Já o governo federal, liderado pelo presidente Lula, voltou a adotar medidas para reduzir tributos federais e tentar conter o impacto nas bombas.
Especialistas apontam que, em momentos de crise internacional no petróleo, ações coordenadas entre governo federal, estados e política energética são fundamentais para evitar aumentos ainda maiores no transporte e no custo de vida da população.

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