O mundo inteiro vê Lionel Messi entrar para o lado obscuro da história do futebol: “Que falta faz Diego Maradona”.
O mundo inteiro vê Lionel Messi entrar para o lado obscuro da história do futebol: “Que falta faz Diego Maradona”.
Desde que Messi visitou a Casa Branca para ser homenageado ao lado de Trump, parte dos fãs e comentaristas, especialmente na Argentina e em segmentos da América Latina, reagiu com crítica dura e desapontamento. Muitos lembram que, ao contrário de ídolos do passado como Diego Maradona, que fez da sua voz e posicionamento político parte de sua relação com o povo latino, Messi optou por se manter neutro e agora aparece ao lado de um líder extremamente polarizador.
Críticos apontam que Trump é um presidente associado a políticas rígidas, incluindo posturas controversas sobre imigração, intervenções internacionais e tensões com países como Venezuela, Cuba e Irã, e que Messi, ao aplaudir e participar do evento sem declaração clara de distância política, passa uma imagem de cumplicidade ou de indiferença frente a esses temas.
Nas redes sociais, comparações com Maradona foram fortes e frequentes: comentaristas afirmaram que Maradona jamais teria aplaudido Trump e que este gesto tira um pouco da aura de “defensor do povo latino” que muitos atribuíram a Messi, transformando-o, na visão deles, em uma figura mais bilionária e distante das lutas populares, preocupada com ostentação e imagem do que com reivindicações sociais.
#iran #news #football #usa #messi
Ninguém gostou da sua presença ao lado de Donald Trump na Casa branca, ainda mais para ser humilhado quando o presidente dos EUA diz que quando invadir Cuba, os latinos serão enviados para lá.
Desde que Messi visitou a Casa Branca para ser homenageado ao lado de Trump, parte dos fãs e comentaristas, especialmente na Argentina e em segmentos da América Latina, reagiu com crítica dura e desapontamento. Muitos lembram que, ao contrário de ídolos do passado como Diego Maradona, que fez da sua voz e posicionamento político parte de sua relação com o povo latino, Messi optou por se manter neutro e agora aparece ao lado de um líder extremamente polarizador.
Críticos apontam que Trump é um presidente associado a políticas rígidas, incluindo posturas controversas sobre imigração, intervenções internacionais e tensões com países como Venezuela, Cuba e Irã, e que Messi, ao aplaudir e participar do evento sem declaração clara de distância política, passa uma imagem de cumplicidade ou de indiferença frente a esses temas.
Nas redes sociais, comparações com Maradona foram fortes e frequentes: comentaristas afirmaram que Maradona jamais teria aplaudido Trump e que este gesto tira um pouco da aura de “defensor do povo latino” que muitos atribuíram a Messi, transformando-o, na visão deles, em uma figura mais bilionária e distante das lutas populares, preocupada com ostentação e imagem do que com reivindicações sociais.
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